A morte por alcolismo







Mortes acidentais

De acordo com o site drugwarfacts.org, o álcool é a segunda droga mais letal, superada apenas pelo tabaco. O álcool inibe as habilidades motoras e o julgamento, e beber em excesso contribui para milhares de mortes acidentais a cada ano. O álcool não só contribui em 45% de todas as mortes relacionadas com automóveis, mas também está envolvido nas mortes por quedas acidentais, incêndios e afogamentos. O álcool também é um fator de 30% dos suicídios e 60% dos homicídios a cada ano.

Intoxicação por álcool

O álcool pode matar rapidamente ou lentamente. Mesmo para um alcoólatra, a bebedeira às vezes pode ser letal. O álcool diminui a respiração e a frequência cardíaca e prejudica o reflexo. Se os batimentos cardíacos e a taxa de respiração ficarem muito lentos, o indivíduo pode não receber oxigênio o suficiente, causando danos permanentes ao cérebro, coma e até morte. A intoxicação por álcool também pode asfixiar usuários, fazendo-lhes vomitar descontroladamente e engasgar acidentalmente em seu vômito.

Mortes a longo prazo

O álcool é um veneno que pode causar danos ao fígado através da hepatite alcoólica, inflamação crônica do fígado, cirrose ou fibrose hepática. Se o alcoólatra continuar bebendo, a lesão hepática pode piorar. Já que o fígado não consegue filtrar os resíduos do sangue, muitas lesões nesse órgão podem levar à morte. A bebedeira excessiva crônica também pode levar a doenças cardíacas, pressão alta e derrame, pois danifica o sistema circulatório. O alcoolismo também aumenta os riscos de alguns tipos de câncer, o que é potencialmente fatal. Por fim, a doença também pode inflamar o pâncreas. O pâncreas segrega enzimas digestivas para o estômago, mas, no caso da pancreatite, essas enzimas, na verdade, digerem o próprio pâncreas. Isso pode levar a mortes por infecção, hemorragia ou uma combinação de causas.
A morte por alcolismo A morte por alcolismo Editado por Sua Saude on 08:43 Nota: 5
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